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Reforma

Interventores trabalham com a perspectiva de concluir a substituição do teto antes do inicio do inve...

Reforma

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Os trabalhos de recuperação da estrutura física do Hospital Maternidade Almeida Castro se concentram, neste final de ano de 2017, na substituição completa da cobertura. A telha está vencida e a madeira corroída por cupins. A meta é concluir o trabalho antes do inverno.

O trabalho de restauração da estrutura da maternidade começou em outubro de 2014, semanas após a decisão da Justiça Federal decretando a intervenção da APAMIM, que administra o Hospital Maternidade Almeida Castro. A estrutura estava em ruínas.

Além da estrutura em ruínas, os interventores judiciais encontraram dívidas na casa dos R$ 40 milhões junto a bancos, servidores e fornecedores. Para se ter recursos para as obras, foram firmadas parcerias com a Prefeitura de Mossoró e com o Governo do Estado.

Um dos primeiros ambientes recuperados foram os ambientes para funcionar o Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Canguru (UCINCa), que até então funcionava num ambiente pequeno com a penas seis leitos. Na nova estrutura, passou a funcionar com 18 leitos.

Em seguida foi reestruturado o ambiente para funcionar o Centro Cirurgico, com 4 salas, sendo uma para cirurgias ortopédicas, outro para a Unidade de Terapia Intensiva adulto, entre vários outros ambientes internos foram recuperados mês a mês.

Outro trabalho de restauração que merece destaque é o ambiente onde funciona a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), com 20 leitos, sendo que 17 ativos. Esta unidade de terapia intensiva funciona num ambiente pequeno para a demanda da região.

Paralelo a este trabalho, foi reaberto a Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional (UCINCo), com 13 leitos. O passo seguinte foi trabalha a restauração do Centro Obstétrico. Este trabalho foi concluído no início de novembro.

Para os interventores Benedito Viana, Larizza Queiroz e Ivanise Feitosa, estes setores já restaurados são essenciais para salvar a vida de bebês que nascem prematuros e com baixo peso. A taxa de ocupação destas unidades é de mais ou menos 90%.

E foi reformando estes setores, que o engenheiro responsável pela obra percebeu que havia necessidade de substituir a cobertura do restante da maternidade, antes mesmo de começar o inverno. Este trabalho começou em novembro e deve ser concluído até o final de dezembro.

Após concluir a cobertura, os pedreiros e serventes vão concentrar na recuperação da frente da Maternidade Almeida Castro. Este trabalho deve começar em janeiro de 2018. Os interventores explicam que as obras são lentas devido ao funcionamento da maternidade, que não pode ser interrompido, e o fato de os recursos serem limitados.

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